terça-feira, 10 de março de 2009

Chegou meu livro!!

Esta fotobiografia é um projeto desenvolvido por Nádia Gotlib ao longo de vários anos, desde que começou a recolher material para sua tese de livre-docência, posteriormente publicada no livro Clarice, Uma Vida que se Conta. A autora reuniu imagens de Clarice em arquivos diversos, conheceu os lugares onde Clarice morou – Ucrânia, Itália, Suíça, Inglaterra, Estados Unidos, Maceió, Recife, Rio de Janeiro – e consultou inúmeros arquivos em bibliotecas, hemerotecas e museus, pesquisando também os documentos de época que possibilitaram a necessária contextualização. As fotos estão distribuídas em sequência cronológica e em função dos espaços habitados ou percorridos pela escritora, acompanhadas de dados concisos que compõem as legendas e complementados pelos comentários da última seção do volume.



quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Batalha no céu e no nosso pufe.

Quem conhece Valter Rodrigues sabe que quando ele cisma com um diretor ele quer ver todos os filmes, toda hora e quer que todo mundo veja com ele... Érika não aguenta mais "Marcos" do Batalha no Céu, de Reygadas. O filme é bom realmente, mas dá pra dar uma mudada aí no dvd, meu bem? risos



(FESTRIO) Batalha no Céu Batalha no Céu De Carlos Reygadas Espaço Unibanco 2, sex 23 setembro *** Após a repercussão de sua obra-prima de estréia, Japón, o segundo longa metragem do mexicano Carlos Reygadas é um trabalho em continuação com os principais temas de seu primeiro filme. A principal diferença é que enquanto Japón trabalha no universo de um pequeno vilarejo do interior, Batalha no Céu se passa na metrópole urbana. Mas o cinema de Reygadas usa o espaço como possibilidade de aprisionamento e ao mesmo tempo de imersão para seus personagens. O grande tema do cinema de Reygadas parece ser o questionamento de uma noção de beleza. O belo e o grotesco cruzam o cinema de Reygadas, mas ainda assim o diretor, de forma ambígua, busca apreender um certo sentido espiritual que escapa a seus personagens. Com isso, o diretor acaba povoando a tela de símbolos que nos remetem às origens étnicas do povo mexicano, com fortes ressonâncias míticas, poéticas e religiosas. Seu cinema, no entanto, escapa aos padrões de um “cinema de poesia”: é um cinema cru, duro, austero, muitas vezes provocativo, de difícil digestão, mas antes de tudo, trata-se de uma experiência, que o espectador leva consigo ao final da projeção. Sua missão é promover uma espécie de ascese, mas sempre pontuando os obstáculos, os sacrifícios e a asfixiante tarefa de viver. A contrapartida moral dos personagens de Reygadas, em busca da morte ou torturados por um grande complexo de culpa, é pontuada por um lado por um cinema suntuoso, em termos dos elementos de linguagem, com uma valorização do tempo e um trabalho de câmera que valoriza as gruas e os carrinhos; por outro, por um cinema cru, sujo, instintivo. Nesse equilíbrio precário, entre o belo e o grotesco, Reygadas faz um filme desesperado, uma jornada trágica e profundamente espiritual. Se Reygadas em Batalha no Céu mostra um caminho de continuidade em relação a Japón, por outro lado também mostra alguns sinais de desgaste dessa estilística. As principais virtudes e os principais defeitos de Japón também se encontram nesse trabalho, de modo que, ao seu final, Batalha no Céu confirma o talento de Reygadas mas por outro lado avança pouco em relação ao que já foi apresentado em seu filme anterior. Como segundo filme convence, especialmente por ter uma atmosfera e um clima extremamente particulares, pelo aspecto sombrio e perturbador da obra, mas deixa o espectador esperando pelo terceiro filme para confirmar se Reygadas ainda tem o que dizer ou se sua obra caminha para uma diluição típica da “síndrome do primeiro filme”. Copiei daqui:http://cinecasulofilia.blogspot.com.br/2005/09/festrio-batalha-no-cu.html

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Viela Sebo Café

Agora temos um novo espaço. Perto de casa, frequentado por gente boa(nossos amigos são todos gente boa), cerveja gelada, boa música. Vida longa ao Viela!

sábado, 24 de janeiro de 2009

A feijoada da Stela

Fomos comer feijoada na casa de Stela.Eu, Valter e Rosa. Stela é uma delícia de anfitriã e de gente. Adoro! Ainda mais combinada com a feijoada e a cerveja gelada... Viva a beleza de viver com gente ao redor!